Cí­rculo de Leitura – Heliete Vaitsman

017 (11)O piloto letão Herberts Cukurs, reconhecido por sobreviventes como criminoso nazista, morando primeiro no Rio e depois em São Paulo, recebeu  proteção da Polícia por quê? E quem o matou, em 1965, em Montevidéu? Não há respostas definitivas, de acordo com a jornalista Heliete Vaitsman, que conversou terça-feira, dia 26, no Círculo de Leitura da ASA, a respeito de suas pesquisas sobre Cukurs. Heliete, que é colaboradora do boletim ASA, lançou em março o romance histórico O cisne e o aviador, no qual um dos fatos narrados é o júri simulado organizado na ABI por jovens judeus de esquerda, que condenaram o aviador. Participante do júri simulado, Lola Kaufman deu um breve depoimento durante o encontro. Leia mais sobre o assunto em O HOMEM DOS PEDALINHOS- O fim misterioso de Cukurs”, escrito por Heliete para ASA 145 (nov-dez de 2013).

1 Comentário

  • Responder março 10, 2015

    Roger William Joras

    Olá Sra. Heliete, soube há 5 anos que Cukurs e sua família viveram em Niterói no final dos anos 40 para começo dos anos de 1950.
    A casa deles fica ali no Ingá, próximo ao solar do Jambeiro, que hoje é uma Igreja.
    Gostaria de saber mais sobre eles.

    Já participei de debates com alguns amigos da comunidade judaica que avalia a sua culpabilidade. Do por que, não ter trocado de nome ou ficar no anonimato como Adolf Eichmann, Josef Mengele, entre outros. E caso tenha sido a MOSSAD, que o matou, por que matou e não levou para Israel como fez com Eichmann…..São dúvidas. Obrigado e Shalom!!!!

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